Neste espaço pretendo abrir para todos que se interessam, e que nunca tiveram a oportunidade de saber, na realidade, o que é o Tarô.
O Tarrô, é um baralho de cartas misterioso de origem desconhecida. Correntes de estudiosos indicam os povos Egípcios como seus criadores, posto que precisavam deixar decodificado todo o ensinamento de seus estudos sobre Metafísica e Alta Magia, e foram através desses desenhos que encontraram um meio para que isso ficasse registrado para futuras gerações.
Existe há pelo menos seis séculos, é antepassado direto das nossas modernas cartas de jogar.
Outra corrente nos mostra que as cartas de Tarô surgiram entre os séculos XV e XVI no norte da Itália, e foram criadas para um jogo de mesmo nome, que era jogado pelos nobres e pelos senhores das casas mais tradicionais da Europa continental. O tarô (também conhecido como tarot, tarocchi, tarock e outros nomes semelhantes) é caracteristicamente um conjunto de setenta e oito cartas composto por vinte e um trunfos, um curinga e quatro conjuntos de naipes com quatorze cartas cada — dez cartas numeradas e quatro figuras (uma a mais por naipe que o baralho lusófono).
As cartas de tarô são muito usadas na Europa em jogos de cartas, como o Tarocchini italiano e o Tarô francês. Nos países lusófonos, onde esse jogo é bastante desconhecido, as cartas de tarô são usadas principalmente para uso divinatórios, para o qual os trunfos e o curinga são conhecidos como arcanos maiores e as cinqüenta e seis cartas de naipe são arcanos menores. Os significados divinatórios são derivados principalmente da Cabala — vertente mística do judaísmo — e da alquimia medieval.
Carl Jung contribui, através de seus estudos sobre o "inconsciente coletivo" do homem, que o Tarô tinha sua origem e antecipação em padrÕes profundos do inconsciente coletivo, como acesso a potenciais de maior percepção à disposição desses padrões. Segundo ele, era outra ponte não-racioanl sogre o aparente divisor de águas entre o inconsciente e a consciência, para carrear noite e dia o que deve ser o crescente fluxo de movimento entre a luz e a treva.
Nossas cartas modernas, como no Tarô tem quatro naipes, com dez cartas cada, cartas estas numeradas em cada um deles. Os quatro naipes do Tarô são chamados de Bastões (Paus), Taça (Copas), Espadas (Espadas) e Moedas (Ouros). No Tarô, cada naipe tem quatro cartas "da corte": O Rei, A Rainha. O Valete, e o Cavaleiro. Este último, jovem e ousado ginete montado num cavalo fogoso, desapareceu misteriosamente de baralhos atuais.
No Tarô temos um conjunto de 22 cartas que não pertencem a nenhum dos quatro naipes. Cada uma delas tem um nome intrigante, e as cartas são numeradas. São semnpre arrumadas em sequência, possuem uma história que eles mesmo contam.
Aguardem nossos estudos, pois estaremos falando de cada um dos 22 ARCANOS, assim chamados cada uma dessas cartas.
Até a próxima.
Aline


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ResponderExcluirParabéns! O blog tem tudo para fazer sucesso.
Vania Corrêa